As redes sociais estão cada vez mais presentes em nosso cotidiano, não só em caráter pessoal, como profissional também.
Muitas empresas aderiram às redes sociais, principalmente ao Facebook, a fim de divulgar suas atividades, produtos, novidades e serviços.
O comércio eletrônico soma milhões de consumidores, milhões de vendas. O Facebook soma milhões de usuários e milhões de recursos de interatividade. Nada melhor que... a integração desses dois milionários a um passo que, mais uma vez, surpreende.
O conceito de e-commerce social ainda é embrionário no Brasil. Mas, ao passo que novos conceitos avançam, a velocidade da aplicação dos mesmos também é igualmente proporcional às novidades. O Facebook anunciou recentemente o “sonho de consumo” dos varejistas e usuários virtuais: uma ferramenta específica para e-commerce.
Imagine a sua loja virtual dentro do Facebook. Sim, já é realidade. Imagine o seu seguidor poder comprar online dentro da rede social. Sim, também já é possível. Agora, imagine o seu e-consumidor criando uma página virtual da sua loja?
Integrar uma loja virtual ao Facebook é o grande e primeiro passo que deve ser dado e, claro, com ferramentas e profissionais preparados para fazer dela o grande alvo de suas vendas. Essa nova e genial idéia dos donos da era das redes sociais permite uma infinidade de coisas, sendo a mais importante a capacidade de popularização quase que automática da sua marca.
A loja online na rede social permite alta interação dos usuários e a integração das ferramentas fantásticas e valiosas do Facebook com todo o processo de compra. Se o fato de podermos integrar o Facebook à loja virtual já é um grande passo, a facilidade de colocar a loja virtual dentro da rede social é um valiosíssimo salto.
Estamos com a faca e o queijo na mão. Chegou a hora de automatizar o marketing “boca a boca”. Está cada dia mais fácil convencer empresas, clientes e facilitadores de que a internet pode trazer benefícios que jamais teríamos no mundo off-line.
Aline Dias da Silva
Aluna do 8º período de Administração de Empresas - FINAC (2011)
domingo, 19 de junho de 2011
Realidade Aumentada na Evolução Tecnológica do Código de Barra
Com a realidade aumentada se pode interagir com o mundo virtual como se fizesse parte desse mundo “imaginário”. Como se tudo fosse real, parecendo até mágica, mas é a tecnologia que faz todo esse imaginário parecer tão real. Os vídeos, ilustrações, novos produtos, tudo ao alcance das mãos mesmo antes de se tornarem realidade. A realidade aumentada permite uma maior interação com o usuário, possibilitando a inserção de vídeos, imagens ou elementos tridimensionais em uma cena real.
A realidade aumentada para contribuir na identificação precisa de produtos, surgiu através de algo muito simples, através dos códigos de barra encontrados em quase todos os produtos. Eles não estavam mais desempenhando com perfeição a tarefa de carregar todas as informações necessárias obter através da leitura, a partir daí foram criados os códigos bidimensionais que possuem maior capacidade de armazenamento de informações do que os códigos de barras tradicionais. A capacidade de interação é algo tão surpreendente e inovador que fica difícil imaginar até onde se chegara com tanta tecnologia.
Essa nova tecnologia permite que o usuário interaja com objetos em três dimensões, utilizando apenas uma folha de papel com um símbolo impresso, não existindo limites para sua utilização. A realidade aumentada pode ser usada no entretenimento de jogos interativos, na indústria automobilística, na medicina, na moda, enfim, em diversos segmentos.
Os códigos de barras dinamizam procedimentos de identificação de produtos e permitem usar sistemas computadorizados de trabalho, sem intervenção de um operador. Os códigos de barras 2D, são precisos e ágeis, o seu uso elimina possíveis falhas operacionais e, muitas vezes, economiza tempo e dinheiro. Atua em processos de armazenagem e transporte de produtos também no controle de documentos, vendas e preços.
Vantajoso em processar as informações contidas no banco de dados a qualquer tempo desejado,em um tempo pré determinado, ao invés de ter esse levantamento somente no findar do expediente da empresa.
Os códigos 2D, lembrando que os mesmos permitem o acesso a informações on-line, trazendo uma grande vantagem para as empresas.
Sharlene Mizzette
sh.mizzette@gmail.com
Estudante do 8º periodo da Finac
A realidade aumentada para contribuir na identificação precisa de produtos, surgiu através de algo muito simples, através dos códigos de barra encontrados em quase todos os produtos. Eles não estavam mais desempenhando com perfeição a tarefa de carregar todas as informações necessárias obter através da leitura, a partir daí foram criados os códigos bidimensionais que possuem maior capacidade de armazenamento de informações do que os códigos de barras tradicionais. A capacidade de interação é algo tão surpreendente e inovador que fica difícil imaginar até onde se chegara com tanta tecnologia.
Essa nova tecnologia permite que o usuário interaja com objetos em três dimensões, utilizando apenas uma folha de papel com um símbolo impresso, não existindo limites para sua utilização. A realidade aumentada pode ser usada no entretenimento de jogos interativos, na indústria automobilística, na medicina, na moda, enfim, em diversos segmentos.
Os códigos de barras dinamizam procedimentos de identificação de produtos e permitem usar sistemas computadorizados de trabalho, sem intervenção de um operador. Os códigos de barras 2D, são precisos e ágeis, o seu uso elimina possíveis falhas operacionais e, muitas vezes, economiza tempo e dinheiro. Atua em processos de armazenagem e transporte de produtos também no controle de documentos, vendas e preços.
Vantajoso em processar as informações contidas no banco de dados a qualquer tempo desejado,em um tempo pré determinado, ao invés de ter esse levantamento somente no findar do expediente da empresa.
Os códigos 2D, lembrando que os mesmos permitem o acesso a informações on-line, trazendo uma grande vantagem para as empresas.
Sharlene Mizzette
sh.mizzette@gmail.com
Estudante do 8º periodo da Finac
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
Compra Coletiva
Em mundo cheio de tecnologia, surge uma nova tendência que é a compra coletiva uma modalidade de e-commerce, que tem por objetivo vender produtos e serviços para um número mínimo pré-estabelecido de consumidores por oferta.
Este modelo surgiu no ano de 1998 nos Estados Unidos por Andrew Mason, desde então, a compra coletiva se consolidou entre os brasileiros, beneficiando tanto as empresas que podem vender suas mercadorias em maior volume devido seu preço baixo, assim como os consumidores, quer poderão adquirir produtos com generosos descontos que podem chegar até 90% de desconto por estarem realizando Compra Coletiva.
O atual segmento de Compra Coletiva é composto de pequeno e médio porte, comercializando na maioria das vezes bens de consumo duráveis, como por exemplo, serviços de estética, academia, fotografia, refeições, cruzeiros, hospedagem em hotel. A compra coletiva tem um dinamismo de mercado que incentiva a constante inovação entre as empresas inseridas em seu meio, principalmente quando o assunto é promoção.
A tendência para os próximos três anos que a Compra Coletiva brasileiro passe por uma serie de fusões, transformando muitas dessas em empresas pequenas que surgem a cada dia em gigantes do e-commerce, ou seja, do comércio eletrônico.
Elder Marcos Cavassani Junior
Aluno do Curso de Adminstração de Empresas - Finac.
Aluno do Curso de Adminstração de Empresas - Finac.
ARTIGO REFERENTE À DISCIPLINA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO (TI)
Nos dias atuais, a Tecnologia da Informação tem grande participação no cotidiano das organizações, como uma alternativa eficiente de gestão da informação e de apoio às decisões, gerando assim um grande diferencial competitivo no mercado, mas também funciona como uma ferramenta que prejudica interesses, valores e rotinas há muito tempo enraizado em pessoas.
A sobrevivência e a competitividade das Organizações necessitam cada vez mais de sua capacidade de enxergar as mudanças e antecipar-se às novas demandas, elaborando os investimentos em competências, produtos, tecnologias, serviços e mercados. É grande a velocidade com que a informação e o conhecimento são criados e circulam sem barreiras, potencializando dessa forma a importância do capital intelectual.
As Organizações providas de Inteligência Empresarial, apoiadas de forma estratégica pela Tecnologia da Informação (TI), certamente estarão à frente no mundo dos negócios atualmente. A tendência natural é tentar medir o valor da informação pelo quanto adicional ela traz, entretanto, o conceito mais abrangente e correto é o custo de oportunidade, ou seja, quanto custa não tê-la. Nesta questão, medir o valor da informação passa a ser um processo semelhante ao de uma propaganda ou seguro, no que diz respeito ao custo de não ter.
Portanto, nesta abordagem amplamente utilizada, a informação é usada como recurso, possuindo então valor, custo, taxa de retorno e o custo de oportunidade de não se ter a informação. Vale ressaltar que pode haver um ganho grande ao combinar dados cujo resultado final é lucrativo, pois será maior que a soma das partes.
Independentemente do tipo de organização, seja ela privada ou pública, o gestor toma suas decisões de investimentos adotando principalmente o princípio da racionalidade econômica: obter o máximo resultado com um dado montante de recursos ou minimizar este montante para obtenção de um determinado resultado. Para chegar a esta análise, os recursos de informações de qualidade e oportunas são primordiais para a tomada de decisão, podendo assim garantir uma atuação eficaz da administração nas áreas de sua responsabilidade.
A sobrevivência e a competitividade das Organizações necessitam cada vez mais de sua capacidade de enxergar as mudanças e antecipar-se às novas demandas, elaborando os investimentos em competências, produtos, tecnologias, serviços e mercados. É grande a velocidade com que a informação e o conhecimento são criados e circulam sem barreiras, potencializando dessa forma a importância do capital intelectual.
As Organizações providas de Inteligência Empresarial, apoiadas de forma estratégica pela Tecnologia da Informação (TI), certamente estarão à frente no mundo dos negócios atualmente. A tendência natural é tentar medir o valor da informação pelo quanto adicional ela traz, entretanto, o conceito mais abrangente e correto é o custo de oportunidade, ou seja, quanto custa não tê-la. Nesta questão, medir o valor da informação passa a ser um processo semelhante ao de uma propaganda ou seguro, no que diz respeito ao custo de não ter.
Portanto, nesta abordagem amplamente utilizada, a informação é usada como recurso, possuindo então valor, custo, taxa de retorno e o custo de oportunidade de não se ter a informação. Vale ressaltar que pode haver um ganho grande ao combinar dados cujo resultado final é lucrativo, pois será maior que a soma das partes.
Independentemente do tipo de organização, seja ela privada ou pública, o gestor toma suas decisões de investimentos adotando principalmente o princípio da racionalidade econômica: obter o máximo resultado com um dado montante de recursos ou minimizar este montante para obtenção de um determinado resultado. Para chegar a esta análise, os recursos de informações de qualidade e oportunas são primordiais para a tomada de decisão, podendo assim garantir uma atuação eficaz da administração nas áreas de sua responsabilidade.
Diego Knaak Melo
Aluno do 8º Período de Administração de Empresas - Finac
Investir na infraestrutura de TI resulta em valor adicional para Empresas
O investimento em infraestrutura de TI – telefonia, servidores, roteadores, switches, computadores, impressoras, banda larga etc. – não representa muito mais que um gasto vultoso para as empresas. Mas o que diferencia uma organização eficiente de uma não-eficiente é justamente a forma como faz a gestão da infraestrutura, do conjunto.
Se o gestor não souber criar valor a partir da integração de todas essas tecnologias, o investimento feito não se traduzirá em aumento de produtividade e a percepção de não ter sido plenamente compensador irá se sobrepor aos resultados. Afinal, é fato que o administrador espera sempre um aumento de produtividade depois de investir em tecnologia.
Os investimentos na infraestrutura de TI realizados na última década são responsáveis, na maioria das vezes pelo sucesso de muitos negócios que prosperaram a partir do aumento de produtividade. O papel da tecnologia de informação é vital para empresas que estão buscando desempenho máximo e crescimento no mercado. As empresas não podem mais permanecer desconectadas. As ferramentas e tecnologias utilizadas para reunir e compartilhar dados estratégicos estão contribuindo cada vez mais para a rápida expansão das transações comerciais e crescimento comercial.
A boa gestão da infraestrutura de TI de uma empresa maximiza os investimentos feitos e potencializa os ganhos de produtividade. Além disso, ter o ambiente mapeado e sob controle oferece ao gestor de TI todos os dados necessários para defender um novo investimento quando a produtividade estiver sendo afetada pelo ambiente.
Não existe melhor forma de defender um investimento de Tecnologia de Informação do que sendo proativo, mostrando ao administrador da empresa que o "não-investimento" terá um custo de produtividade muito maior do que o valor a investir.
Lucimar Henrique Oliveira Sarmento
Aluno do Curso de Administração de Empresas - Finac
Tecnologia da Informação, onde vai parar?
Não conseguimos parar de observar o quanto a Tecnologia da Informação está transformando o mundo. Ela vive no auge de sua evolução. Pelo ao menos nas duas últimas décadas, as novidades permanecem neste estado por muito pouco tempo, uma vez que a evolução da tecnologia cuida de oferecer novidades que substituem as próprias novidades.
A Tecnologia da Informação não é algo que podemos questionar se devemos ou não ter ou usar, a questão é que temos que ter e usar sempre o melhor que se aplicar ao caso.
Talvez chegue um ponto em que deveremos repensar o uso e aplicações da Tecnologia da Informação. Hoje não observamos possíveis danos que pode causar a tudo que alcança.
Fazendo uma comparação com algo também inovador para o homem, que foi a invenção do automóvel, os estudos e questionamentos se deram da mesma forma que o fazemos hoje com a Tecnologia da Informação e seus recursos. Também observamos que não há a possibilidade de, não ter e ou não usar os veículos automotores, há sim hoje o consenso que devemos desenvolver mecanismos menos agressivos ao meio ambiente, investimentos em meios de transporte coletivos e limpos que minimizem os danos causados por eles ao homem.
No que diz respeito a danos provocados pelo uso da Tecnologia da Informação podemos dizer que as violações a sistemas de empresas, órgãos públicos dentre outros já são um sinal? Ou seriam benefícios da Tecnologia da Informação?
Não temos dúvidas de que os benefícios da boa aplicação e bom uso são incontáveis. A evolução que o mundo vive neste século XXI, deve-se ao emprego em massa da Tecnologia da Informação em seus diversos setores, sejam governamentais, científicos, privado dentre outros. Observamos que a sua aplicação permite o desenvolvimento acelerado em todos os campos de toda uma geração, que cresceu acompanhando a evolução de mecanismos criados para lidar de forma rápida e precisa com informação.
Mas a pergunta que ainda não se pensou em fazer e muito menos responder é: Conseguimos parar para pensar que no futuro, esta revolução na forma de lidar com informação pode trazer prejuízos ao homem?
É algo para podermos pensar.
A Tecnologia da Informação não é algo que podemos questionar se devemos ou não ter ou usar, a questão é que temos que ter e usar sempre o melhor que se aplicar ao caso.
Talvez chegue um ponto em que deveremos repensar o uso e aplicações da Tecnologia da Informação. Hoje não observamos possíveis danos que pode causar a tudo que alcança.
Fazendo uma comparação com algo também inovador para o homem, que foi a invenção do automóvel, os estudos e questionamentos se deram da mesma forma que o fazemos hoje com a Tecnologia da Informação e seus recursos. Também observamos que não há a possibilidade de, não ter e ou não usar os veículos automotores, há sim hoje o consenso que devemos desenvolver mecanismos menos agressivos ao meio ambiente, investimentos em meios de transporte coletivos e limpos que minimizem os danos causados por eles ao homem.
No que diz respeito a danos provocados pelo uso da Tecnologia da Informação podemos dizer que as violações a sistemas de empresas, órgãos públicos dentre outros já são um sinal? Ou seriam benefícios da Tecnologia da Informação?
Não temos dúvidas de que os benefícios da boa aplicação e bom uso são incontáveis. A evolução que o mundo vive neste século XXI, deve-se ao emprego em massa da Tecnologia da Informação em seus diversos setores, sejam governamentais, científicos, privado dentre outros. Observamos que a sua aplicação permite o desenvolvimento acelerado em todos os campos de toda uma geração, que cresceu acompanhando a evolução de mecanismos criados para lidar de forma rápida e precisa com informação.
Mas a pergunta que ainda não se pensou em fazer e muito menos responder é: Conseguimos parar para pensar que no futuro, esta revolução na forma de lidar com informação pode trazer prejuízos ao homem?
É algo para podermos pensar.
Sérgio Reiff
Aluno do 2º Período de Administração de Empresas - Finac
TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NO DESENVOLVIVEMTO DO ATENDIMENTO NAS ORGANIZAÇÕES
Há muito tempo o atendimento não se resume somente no ato da venda do produto ou serviço. Não podemos mais deixar o cliente ir embora, sem promover algo para que ele retorne ou se fidelize a sua empresa.
O mercado está cada vez mais competitivo, o leque de escolhas cresce de maneira descontrolada e isso gera uma verdadeira batalha para conquistar ou preservar o seu “lugar ao sol”.
A tecnologia da informação contribui muito para o aperfeiçoamento do atendimento gerando um relacionamento da empresa com o cliente. Isso acontece com o uso dos sistemas implantados nas empresas. Tais ferramentas tecnológicas oferecem uma gama de funções são elas: Cadastros com informações mais detalhadas, que possibilitam a pesquisa de satisfação, permitem gerar gráficos e relatórios, oferece mais agilidade no processo de vendas, ainda tem, alertas como: Aniversariantes, aviso para lembrar ao cliente sobre a data de retorno, essas opções muito utilizadas nas farmácias por paciente que fazem uso de medicamentos de uso continuo, gerando satisfação e eficácia no tratamento.
Em virtude de todos os fatos relatados e argumentados e imprescindível entender que a tecnologia da informação e extremamente necessária e fundamental não somente para o aperfeiçoamento do atendimento, mas também para o funcionamento ágil, correto e perfeito das organizações.
O mercado está cada vez mais competitivo, o leque de escolhas cresce de maneira descontrolada e isso gera uma verdadeira batalha para conquistar ou preservar o seu “lugar ao sol”.
A tecnologia da informação contribui muito para o aperfeiçoamento do atendimento gerando um relacionamento da empresa com o cliente. Isso acontece com o uso dos sistemas implantados nas empresas. Tais ferramentas tecnológicas oferecem uma gama de funções são elas: Cadastros com informações mais detalhadas, que possibilitam a pesquisa de satisfação, permitem gerar gráficos e relatórios, oferece mais agilidade no processo de vendas, ainda tem, alertas como: Aniversariantes, aviso para lembrar ao cliente sobre a data de retorno, essas opções muito utilizadas nas farmácias por paciente que fazem uso de medicamentos de uso continuo, gerando satisfação e eficácia no tratamento.
Em virtude de todos os fatos relatados e argumentados e imprescindível entender que a tecnologia da informação e extremamente necessária e fundamental não somente para o aperfeiçoamento do atendimento, mas também para o funcionamento ágil, correto e perfeito das organizações.
José Luiz Mello Ferreira Neto
Aluno do 2º Periodo do Curso de Admnistração de Empresas - Finac.
Aluno do 2º Periodo do Curso de Admnistração de Empresas - Finac.
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