*Lucas Miranda Gomes.
Compra Coletiva é uma modalidade de e-commerce que tem como objetivo vender produtos e serviços para um número mínimo pré-estabelecido de consumidores por oferta.
Por meio deste comércio os compradores geralmente usufruem da mercadoria após um determinado número de interessados aderirem à oferta, para compensar os descontos oferecidos que em média vão até 90% de seu preço habitual. Por padrão deste mercado os consumidores dispõem de um tempo limite para adquirir a oferta, que varia entre 24 horas e 48 horas após seu lançamento. Caso não atinja o número mínimo de pedidos dentro deste intervalo a oferta é cancelada.
Este modelo de negócio foi criado nos Estados Unidos por Andrew Mason, quando lançou o primeiro site do gênero em novembro de 2008, o Groupon. Aqui no Brasil o pioneiro foi o Peixe Urbano, iniciando suas atividades em março de 2010. Desde então, a Compra Coletiva se consolidou entre os brasileiros, beneficiando tanto as empresas que podem vender suas mercadorias em maior volume por conta de seu baixo preço, assim como os consumidores, que poderão adquirir bens com generosos descontos por estarem realizando uma Compra Coletiva.
O Buzz Marketing é uma ferramenta vital para este setor, que conta com a ajuda dos próprios consumidores para propagarem as ofertas destas empresas, utilizando-se principalmente as redes sociais como principal canal de divulgação, com o intuito de obter pelo menos o número mínimo necessário de pedidos para que a oferta seja validada.
O atual dinamismo do mercado de Compra Coletiva incentiva a constante inovação entre as empresas inseridas em seu meio, principalmente quando o assunto é promoção. Uma tática interessante, e muito utilizada neste sentido, é a disponibilização gratuita de uma determinada quantia em dinheiro aos usuários cadastrados no site, com isso, promove o consumo de seus produtos e serviços e mantém sua base de consumidores sempre ativa. Também são oferecidas bonificações para aqueles usuários já cadastrados que indicarem o engajamento de outros que ainda não possuem vínculo com a companhia.
Atualmente o segmento de Compra Coletiva é composto de fornecedores de pequeno e médio porte, comercializando em sua maior parte bens de consumo não duráveis, como serviços de estética, fotografia, academia, hospedagem, Pet Shop, refeições, além de tantos outros que até pouco tempo não possuíam presença expressiva no e-commerce.
No entanto, analistas preveem que o mercado de Compra Coletiva, por meio de sua evolução, também incorporará bens de consumo duráveis com a entrada de grandes fornecedores, apesar dos exorbitantes descontos que marcam este setor se tornarem impossíveis de serem aplicados, pois estes produtos já são comercializados com uma margem mínima de lucro.
A tendência para os próximos três anos (2011, 2012, 2013) é que o e-commerce de Compra Coletiva brasileiro passe por uma série de fusões, transformando muitas destas pequenas empresas que surgem a cada dia em gigantes do comércio eletrônico. Para os demais países do mundo é esperado uma evolução semelhante, principalmente em mercados onde a Compra Coletiva vem evoluindo rapidamente, como nos Estados Unidos e China
*Lucas Miranda Gomes é aluno do curso de Administração Geral da Faculdade Nacional - FINAC. 2011
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quarta-feira, 29 de junho de 2011
domingo, 19 de junho de 2011
Realidade Aumentada na Evolução Tecnológica do Código de Barra
Com a realidade aumentada se pode interagir com o mundo virtual como se fizesse parte desse mundo “imaginário”. Como se tudo fosse real, parecendo até mágica, mas é a tecnologia que faz todo esse imaginário parecer tão real. Os vídeos, ilustrações, novos produtos, tudo ao alcance das mãos mesmo antes de se tornarem realidade. A realidade aumentada permite uma maior interação com o usuário, possibilitando a inserção de vídeos, imagens ou elementos tridimensionais em uma cena real.
A realidade aumentada para contribuir na identificação precisa de produtos, surgiu através de algo muito simples, através dos códigos de barra encontrados em quase todos os produtos. Eles não estavam mais desempenhando com perfeição a tarefa de carregar todas as informações necessárias obter através da leitura, a partir daí foram criados os códigos bidimensionais que possuem maior capacidade de armazenamento de informações do que os códigos de barras tradicionais. A capacidade de interação é algo tão surpreendente e inovador que fica difícil imaginar até onde se chegara com tanta tecnologia.
Essa nova tecnologia permite que o usuário interaja com objetos em três dimensões, utilizando apenas uma folha de papel com um símbolo impresso, não existindo limites para sua utilização. A realidade aumentada pode ser usada no entretenimento de jogos interativos, na indústria automobilística, na medicina, na moda, enfim, em diversos segmentos.
Os códigos de barras dinamizam procedimentos de identificação de produtos e permitem usar sistemas computadorizados de trabalho, sem intervenção de um operador. Os códigos de barras 2D, são precisos e ágeis, o seu uso elimina possíveis falhas operacionais e, muitas vezes, economiza tempo e dinheiro. Atua em processos de armazenagem e transporte de produtos também no controle de documentos, vendas e preços.
Vantajoso em processar as informações contidas no banco de dados a qualquer tempo desejado,em um tempo pré determinado, ao invés de ter esse levantamento somente no findar do expediente da empresa.
Os códigos 2D, lembrando que os mesmos permitem o acesso a informações on-line, trazendo uma grande vantagem para as empresas.
Sharlene Mizzette
sh.mizzette@gmail.com
Estudante do 8º periodo da Finac
A realidade aumentada para contribuir na identificação precisa de produtos, surgiu através de algo muito simples, através dos códigos de barra encontrados em quase todos os produtos. Eles não estavam mais desempenhando com perfeição a tarefa de carregar todas as informações necessárias obter através da leitura, a partir daí foram criados os códigos bidimensionais que possuem maior capacidade de armazenamento de informações do que os códigos de barras tradicionais. A capacidade de interação é algo tão surpreendente e inovador que fica difícil imaginar até onde se chegara com tanta tecnologia.
Essa nova tecnologia permite que o usuário interaja com objetos em três dimensões, utilizando apenas uma folha de papel com um símbolo impresso, não existindo limites para sua utilização. A realidade aumentada pode ser usada no entretenimento de jogos interativos, na indústria automobilística, na medicina, na moda, enfim, em diversos segmentos.
Os códigos de barras dinamizam procedimentos de identificação de produtos e permitem usar sistemas computadorizados de trabalho, sem intervenção de um operador. Os códigos de barras 2D, são precisos e ágeis, o seu uso elimina possíveis falhas operacionais e, muitas vezes, economiza tempo e dinheiro. Atua em processos de armazenagem e transporte de produtos também no controle de documentos, vendas e preços.
Vantajoso em processar as informações contidas no banco de dados a qualquer tempo desejado,em um tempo pré determinado, ao invés de ter esse levantamento somente no findar do expediente da empresa.
Os códigos 2D, lembrando que os mesmos permitem o acesso a informações on-line, trazendo uma grande vantagem para as empresas.
Sharlene Mizzette
sh.mizzette@gmail.com
Estudante do 8º periodo da Finac
terça-feira, 30 de novembro de 2010
ATÉ QUE PONTO A LINGUAGEM ESCRITA NOS BATE PAPOS E BLOGS ENFLUENCIA EM CASA E NAS ESCOLAS
Num contexto geral, ao iniciarmos nossa relação com a alfabetização, passamos por um processo longo de aprendizagem. Uns com grandes dificuldades e outros com assimilação mais fácil. O processo é bem demorado. Aprendemos a ler, escrever, a conhecer os verbos, sujeito, predicado, etc...
Como se não bastasse esses longos anos de alfabetização, agora já achando que sabemos nossa linguagem, mudam-se a nossa gramática.
Como arranjar um modo mais fácil para comunicar-se com mais eficiência ou rapidez?
Neste anseio de se comunicarem com maior agilidade, rapidez e principalmente com diversas pessoas ao mesmo tempo, os jovens e adolescentes tendem a revolucionar diversos métodos, dentre os quais o escolhido desta feita o gramatical. Os tempos evoluem e a cada momento surgem novas formas de se comunicar, principalmente na internet. Com palavras abreviadas, siglas, códigos, figuras, etc... as quais diferem das cartilhas do (BE.A.BÁ), essa nova metodologia modifica muito do que aprendemos nos diversos anos de alfabetização.
Esta linguagem nova dita “Linguagem dos Internautas” é vista com grande preocupação por parte dos pais, empresários e principalmente dos profissionais da área de educação. O dia a dia faz com que acostumamos a escrever repetidamente este novo linguajar, trazendo bastante preocupação lá na frente como por exemplo nos vestibulares e concursos públicos, colocando em dúvidas a colocação de acentos, a grafia de um modo geral e cada vez mais, termos que recorrer aos dicionários para a conferência exata das palavras que em muitos casos nos colocam em dúvidas.
Este fato nos leva à seguinte reflexão: Até que ponto esta nova forma de comunicação escrita prejudicará os adolescentes e os jovens usuários da grande rede?
Com os inúmeros avanços da (T.I) - Tecnologia de Informação, e de acordo com a evolução acelerada dos fatos, poderia de alguma forma minimizar ou fornecer alguma ferramenta que não deixasse retrocedermos no tempo de maneira que nossa escrita seja mantida nos modos aprendidos em anos dedicados a alfabetização?
Como se não bastasse esses longos anos de alfabetização, agora já achando que sabemos nossa linguagem, mudam-se a nossa gramática.
Como arranjar um modo mais fácil para comunicar-se com mais eficiência ou rapidez?
Neste anseio de se comunicarem com maior agilidade, rapidez e principalmente com diversas pessoas ao mesmo tempo, os jovens e adolescentes tendem a revolucionar diversos métodos, dentre os quais o escolhido desta feita o gramatical. Os tempos evoluem e a cada momento surgem novas formas de se comunicar, principalmente na internet. Com palavras abreviadas, siglas, códigos, figuras, etc... as quais diferem das cartilhas do (BE.A.BÁ), essa nova metodologia modifica muito do que aprendemos nos diversos anos de alfabetização.
Esta linguagem nova dita “Linguagem dos Internautas” é vista com grande preocupação por parte dos pais, empresários e principalmente dos profissionais da área de educação. O dia a dia faz com que acostumamos a escrever repetidamente este novo linguajar, trazendo bastante preocupação lá na frente como por exemplo nos vestibulares e concursos públicos, colocando em dúvidas a colocação de acentos, a grafia de um modo geral e cada vez mais, termos que recorrer aos dicionários para a conferência exata das palavras que em muitos casos nos colocam em dúvidas.
Este fato nos leva à seguinte reflexão: Até que ponto esta nova forma de comunicação escrita prejudicará os adolescentes e os jovens usuários da grande rede?
Com os inúmeros avanços da (T.I) - Tecnologia de Informação, e de acordo com a evolução acelerada dos fatos, poderia de alguma forma minimizar ou fornecer alguma ferramenta que não deixasse retrocedermos no tempo de maneira que nossa escrita seja mantida nos modos aprendidos em anos dedicados a alfabetização?
Gessiel dos Santos Souza
Aluno do Curso de Aministração de Empresas - Finac
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