quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

A Tecnologia de informação auxilia as Organizações em sua gestão e a ampliar negócios

* Tatiane de Souza Couto

Na era da Informação, é disponibilizado um arcabouço de conhecimentos que propõem à sociedade dinamismo em suas interações sociais e econômicas, o que exige das organizações uma gestão mais eficiente, eficaz e efetiva de seus negócios, atualizações continuas e adaptação rápida, se faz necessária atuação conjunta dos conhecimentos acadêmicos e práticos de Administração Empresarial com os de Tecnologia da Informação intuídos em auxiliar a Gestão Empresarial.

Com a globalização ampliou significativamente os negócios mundiais, fazendo com que as empresas busquem as novidades e que seus negócios cresçam, porém as estruturas, as políticas, os processos e as culturas organizacionais devem ser consideradas nesse crescimento. Isto faz com que TI se apresente como um instrumento de coordenação de processos empresariais e como um mecanismo de coalizão dessas atividades empresariais globais.

Dessa forma, a TI é fundamental e pode ajudar as organizações na formulação de estratégias, atuando na configuração das atividades da cadeia de valor, nas alianças estratégicas e na integração do mercado.

A Tecnologia da Informação tem um papel fundamental que muitas vezes tem sido negligenciado, ou mesmo tem passado despercebido, na maioria das empresas. As competências essenciais e o conhecimento coletivo se baseiam em informações de negócio - conhecimento e experiência, ajudando no desenvolvimento do conhecimento coletivo e do aprendizado contínuo, tornando mais fácil para as pessoas na organização compartilharem problemas, perspectivas, idéias e soluções.

A TI possibilita o empresário focar no que realmente importa “o seu negócio”, pois através das ferramentas tecnológicas a empresas podem se comunicar, gerenciar informações, ter presença online e impressionar os seus clientes com sua agilidade e profissionalismo . Hoje literalmente nossas idéias ganham vida com o auxílio da tecnologia.

Em suma, a tecnologia da informação deve ser utilizada na organização para facilitar as atividades essenciais para a evolução da empresa, tais como a solução de problemas e a inovação e a superação das fronteiras entre unidades de negócio, que ajudam a prevenir a fragmentação das informações e permitem criar redes globais para o compartilhamento do conhecimento. Isso significa fornecer os meios para que as pessoas possam representar problemas, desenvolver protótipos e criar soluções.

A Tecnologia da Informação, portanto, não é apenas sinônimo de modernidade. É, acima de tudo, uma necessidade dos novos tempos, afinal, informação sempre existiu, mas não de maneira tão volumosa e aproveitável.


Tatiane de Souza Couto é graduanda do curso de Administração Geral da FINAC, 2011.

A evolução Tecnológica do DETRAN

A cada dia que passa, vemos a evolução do sistema do DETRAN onde o mesmo oferece diversos serviços, que auxiliam a sociedade, tornando o seu sistema mais simplificado e de mais fácil navegação o usuário ao entrar no site pode verificar varias propagandas educativas ex: praia viva – sua vida é o melhor verão, faixa de pedestre- a segurança esta na sua mão, madrugada viva- fique vivo para muitos rocks,amigo caminhoneiro e motociclista- coloque em praticas as leis de transito.

Com o aumento no numero de acidentes o DETRAN lançou essas campanhas educativas que visam sempre a conscientização do condutor, onde o mesmo caso cometa alguma infração será punido pelas medidas do mesmo.

Alem das campanhas educacionais o DETRAN ainda conta no seu site com serviços como consulta publica, links onde o usuário poderá se informar sobre calendários para pagamentos de IPVA, consulta de pontuação, resultados de exame teórico, link especial para recorrer de multas levadas, e com um item especial que o DETRAN esta colocando em pratica que é a CNH SOCIAL uma ação do Governo do estado onde esta carteira buscara a formação, qualificação e habilitação profissional de condutores de veículos automotores.

A CHN SOCIAL é um programa que tem por finalidade facilitar o acesso a primeira habilitação categorias "A", "B" e "AB", e nos casos de mudança de categoria para as habilitações "D" e "E.
O programa se destina a pessoas de baixo poder aquisitivo, com renda familiar de até dois salários mínimos. Podem se inscrever aqueles que estiverem comprovadamente desempregados há mais de 02 (dois) anos, beneficiários do Programa Bolsa Família, egressos do sistema prisional e alunos da rede pública de ensino que comprovem bom desempenho escolar.

Para participar do programa CNH Social, o candidato, além de pertencer ao público alvo, terá de atender aos seguintes requisitos estabelecidos pelo Código de Trânsito Brasileiro (CTB): ser penalmente imputável, saber ler e escrever, possuir CPF, Carteira de Identidade ou equivalente, comprovar domicílio ou residência, no Estado do Espírito Santo, não estar judicialmente impedido de possuir a CNH.

A CNH Social será fornecida, gratuitamente, para cerca de 10 mil motoristas ao longo dos próximos quatro anos. O custo das carteiras será pago pelo Governo do Estado, por meio do DETRAN , autarquia ligada à Secretaria de Estado dos Transportes e Obras Públicas. Nos quatro anos de programa, o custo da CNH Social será de, aproximadamente, R$ 17 milhões.

Portanto podemos concluir que com o sistema tecnológico avançado e bem desenvolvido o usuário terá sempre o DETRAN a sua disposição para serviços que antes eram mais burocráticos e agora podem ser feitos na comodidade de sua residência com apenas um clique.


Vinicius Silva Domingues
Aluno do 8° período de graduação em Administração Geral da Finac- Faculdades Integradas Nacional

Tecnologia de informação na gestão de pequenas empresas

*Ana Lucia Hildebrando

Dentro do novo contexto empresarial criado pela globalização a tecnologia de informação fornece possibilidades de permanente atualização e integração do negócio, visto que potencializa os processos de tratamento, disseminação e transferência de informações.Essa tecnologia tão importante parece ainda não ter alcançado plenamente as pequenas empresas que, no geral, não possuem sistemas informatizados.

Pela primeira vez na história empresarial, as empresas de menor porte podem competir com ferramentas ou estratégias tão potentes quanto às das grandes corporações. Mas, para que as ferramentas, estratégias e informações sejam bem utilizadas, é preciso definir previamente os rumos da empresa.

Um estudo mostra que de 150 empresas de pequeno porte, cerca de 90% contam com computadores. Entretanto, a maioria dessa empresas não sente efeitos positivos na informatização. Tais resultados demonstram que uma ferramenta tão poderosa como a tecnologia de informação ainda não está a serviço das pequenas empresas.

As empresas no geral não possuem sistemas informatizados, ou seja, seus controles são feitos quase que exclusivamente por meio de papeladas intermináveis. Contudo, o custo cada vez menor dos computadores e a onda da gestão integrada por software parecem incentivar cada vez mais o pequeno empresário a investir pesado nesse setor em busca de melhor desempenho da empresa com relação aos concorrentes.

Esse tipo de investimento pode ser muito desastroso para a empresa, caso ela e os funcionários não estejam totalmente capacitados a lidar com essa nova tecnologia.

As pequenas empresas estão procurando adquirir recursos de tecnologia para tratamento de informação. Entretanto a aquisição desses recursos não é planejada, e eles não são bem aproveitados devido, principalmente, à falta de conhecimento de sua potencialidade. Pode-se verificar que o conhecimento sobre o assunto é restrito, pois muitas empresas terceiriza o desenvolvimento de softwares e nem sequer conhece os recursos que tem disponível, agravando ainda mais o mau aproveitamento e o baixo retorno dos recursos apresentados após a informatização.

É aconselhável uma avaliação antes de investir nesses equipamentos, levando-se em conta alguns aspectos, como quantidade de clientes e fornecedores, as encomendas, o orçamento, o estoque, as análises financeiras, a quantidade de registros e documentos, etc.

Uma empresa com sistema totalmente informatizado, funcionando eficientemente e eficazmente, proporcionará grandes vantagens, seja em relação ao tempo otimizado, à
organização, à facilidade de obtenção de informações, à previsão e muitos outros aspectos que contribuirão para o sucesso da pequena empresa.

Dessa forma, a informatização das pequenas empresas possibilita que elas ganhem eficiência e eficácia melhorando assim sua competitividade e aumentando sua lucratividade.


Ana Lucia Hildebrando - Bacharelanda em Administração da
Faculdade Integrada Nacional - FINAC

A Importância dos Sistemas ERP

Antes do surgimento do ERP havia o MRP (Material Requirements Planning) que se popularizou nos anos 70 graças a Ollie Wight. O MRP não era nada além de uma técnica para explodir uma estrutura ou lista de materiais do produto (BoM – Bill of Material) de vários níveis, para determinar quais os materiais que uma empresa precisaria adquirir ou as partes que teria que fabricar para conseguir produzir um produto final.

Tentarei fazer com que vocês entendam nestes próximos parágrafos os conceitos básicos e que melhorias a gestão de uma empresa pode conseguir com os ERP.

De pronto pode-se dizer que o motivo pelo qual o MRP funciona melhor para empresas que produzem para estoque é que ele foi projetado para permitir aumento e eficiência da produção agrupando sempre que possível, a demanda em grandes lotes. Ele pode manter isso pois tem estoque de segurança de produtos intermediários.

Quem produz contra pedido, no entanto tem um conjunto de problemas completamente diferente. Cada minuto desperdiçando fazendo estoque desnecessário consome os materiais e a capacidade de produção que ele precisa para entregar os pedidos dos clientes na data prometida.

As empresas que produzem para estoque estão sempre vendendo estoques, enquanto que as fabricas que trabalham sob demanda estão vendendo capacidade de produção. Em realidade, é claro que todo mundo opera limitado a algum nível de capacidade de produção disponível, por tanto até mesmo aqueles que produzem para estoque também podem melhorar seus lucros aprimorando suas habilidades de planejar e programar a sua produção.
Se uma empresa que produz para estoque quisesse fazer 10 itens A e 10 itens B, nesse caso o MRP explodiria a lista de materiais(BoM) e agruparia a demanda para cada um dos produtos intermediários. Ele verificará então os níveis de estoque de cada um destes itens e determinaria a necessidade de compra ou de geração de ordens de produção para fabricar estes componentes, caso os mesmos estivessem com estoque baixo do limite estabelecido. Em geral o MRP sugeriria a produção de um lote mínimo para cada um produto intermediário, possivelmente superior a demanda necessária.

Em função dos níveis de estoque, a empresa provavelmente teria uma quantidade suficiente para cada um componente para fabricar imediatamente os 10 itens A e os 10 itens B. se houvesse uma carência real de qualquer item presente na BoM, então o MRP criaria uma mensagem de exceção e uma ordem de produção deveria ser lançada nos sistema para atender tal necessidade. Logicamente, esta ordem de produção teria que ser completada antes que pudessem começar a produzir os itens dependentes.
Entretanto, no mundo da produção exclusivamente contra pedido, provavelmente não haveria estoque de produtos intermediários. Ou seja, antes que se pudesse começar a processar a ordem de produção colocada no estoque. Então, as ordens de produção para 10 B, a ordem de produção dos 20 X teria que ser completada e colocada no estoque. Então as ordens de produção para 10 C e 10 Z teriam de ser completadas e colocadas no estoque. Só ai a ordem de produção para os 10 B poderia começar.

Planejar e programar todas estas ordens de produção considerando todos estes relacionamentos é a tarefa muito mais complexa, mas esse é o preço que as empresas tem de pagar se quer reduzir seus estoques. Mais precisa ser assim mesmo? Em situações como essa é recomendado que a empresa que produz sobre demanda adote uma das suas opções mostradas a seguir.

A opção 1 é encontrar um sistema de seqüenciamento capaz de tratar os relacionamentos entre as ordens de produção. Esta é uma boa idéia quando a empresa possui um estrutura de produtos complexa (BoM com vários níveis), ou seja parte dos produtos intermediários não necessariamente produzidos em lotes maiores e depois estocados. Neste caso trata-se de uma situação mista e não é possível criar dependências únicas entre ordens de um mesmo produto acabado. Esta opção é sem duvida a que mais apresenta flexibilidade pois atende tanto os casos mais simples como aos casos mais complexos porém ela não é única.

A opção 2 consiste em simplificar o BoM e roteiro de produção através de um processo de achatamento ou planificação de sua estrutura, possibilitando que qualquer sistema de programação em capacidade finita seja capaz de realizar um bom trabalho.
Infelizmente esta opção, só é possível para as empresas que tenham um BoM relativamente simples. Existem alguns benefícios bem atraentes para muitas empresas que se enquadram neste perfil:

• Simplifica o processo;
- Não existe necessidade de múltiplos relacionamentos entre ordens de produção;
- Relacionamento direto, de um para um, entre o pedido e a ordem de produção;
- Maior facilidade de rastrear os pedidos dos clientes.
• Agrupamento de ordens para alcançar a maior eficiência da fábrica;
- Alguns sistemas de produção possuem regras de seqüenciamento para realizar isso considerando horizontes de otimização e não com base em lotes econômicos;
• Simplifica e reduz as movimentações de estoques, pois não existe necessidade de tirar e repor produtos intermediários de estoque.

Os primeiros sistemas MRP erma simples e ofereciam aos fabricantes poderosa para gerenciar seus estoques e suas compras. No inicio dos anos 80, algumas empresas de Software identificaram um oportunidade de melhoria e criaram algo que inicialmente chamaram de MRP II que, posteriormente, veio a se tornar o que hoje conhecemos como ERP. Para atender as expectativas anunciadas os fornecedores do ERP acrescentaram um grande numero de funcionalidades aos seus produtos, dentre os quais lançamentos de ordens, gerenciamento de estoque, compras e contabilidade. De modo geral, tudo isso fazia muito sentido, porque integrava a maior parte dos dados que uma empresa precisava. Isso significava que as informações podiam ser mantidas em um único lugar, podendo ser disponibilizadas para todos.

O problema foi que o termo “Enterprise Resource Planning” gerava um imagem distorcida, para dizer o mínimo, daquilo que o sistema realmente era capaz de oferecer. Isso porque os sistemas ERP, na verdade, ofereciam poucas funcionalidades para as industrias que precisavam planejar e programar a utilização de recursos tais como maquinas, pessoas e ferramentas.

No fim dos anos 70 os sistemas MRP II e posteriormente ERP começaram a usa um conceito de Planejamento Mestre da Produção ( MPS – Master Production Scheduling) que, supostamente daria aos planejadores uma ferramenta que os ajudassem a determinar prazos e priorizar seus trabalhos. Até hoje, a maioria dos sistemas ERP ainda usam MPS e MRP para lidar com as necessidades de programação. O MPS agrupa a demanda real (os pedidos dos clientes) e a previsão de demanda para cada item estocado, normalmente produtos acabados; ele os compara com os estoques disponíveis de bens finalizados e os recebimentos esperados da fabrica. Isto é feito usando o conceito de períodos de planejamento (em geral semanal).

Na sua forma mais simples, um relatório de MPS seria parecido com o que está na tabela abaixo:
Saldo inicial Semanas
1 2 3 4
Projeção bruta das necessidades 250 250 300 300
Recebimentos programados 350 200 100 100
Saldo Disponível 100 200 150 -50 -250

Qualquer carência identificada neste processo é usada para dizer ao planejador quando é necessário criar novas ordens de produção. O MRP usa esta ordens para explodir e agrupar a demanda por componentes fabricados e itens comprados, usando os BoMs e roteiros, como explicado anteriormente.

Infelizmente, existe um grande problema no MPS. Ele parte do princípios que ordens de compras e ordens de produção serão finalizadas na data planejada e não possui nenhum mecanismo de ajuste para qualquer coisa que aconteça de diferente do “planejado”. Mais no mundo real sabemos que o fornecedor pode atrasar um entrega ou que um centro de trabalho não consegue usar mais de 100% de sua capacidade de produção.

Usando e entendendo estes conceitos básicos sobre estes sistemas, pode ter certeza que qualquer um conseguirá gerir sua empresa da melhor maneira possível.


João Hildebrando Neto.
Acadêmico do Curso de Administração da FINAC

As redes sociais dentro de uma organização

Por Michelly Mendes Ribeiro

É fato que as mídias sociais vieram pra ficar em nosso dia-a-dia, mas e dentro de uma organização, seria possível utiliza-las?

Sim, já está provado que as redes sociais podem ser grandes aliadas das empresas, sendo elas de pequeno e grande porte. Se bem utilizadas podem ser excelentes ferramentas, porém se você não souber usar este recurso da internet da maneira certa, sua empresa pode sair perdendo.

A empresa se coloca em evidencia quando decide utilizar está ferramenta, a empresa irá expor ideias, opiniões, irá agir por meio das redes, porém nem sempre será vista com bons olhos, pois todo cliente é um formador de opinião, que influência outros clientes e que através de relatos, elogios e reclamações postadas em blogs, fóruns, comunidades e sites podem danificar a reputação da empresa. Assim, um correto planejamento para implantar as redes sociais deve ser feito, para medir e controlar a aceitação e popularidade da marca.

É preciso um planejamento com base nos objetivos da empresa, uma analise do publico alvo, mercado e principalmente a concorrência. É necessária uma criação e administração de ações promocionais e perfis nas redes sociais, divulgação da empresa/produto em fóruns, grupos e comunidades, porém o mais importante é o monitoramento da popularidade e aceitação da marca.

O cliente deve conhecer o novo canal de comunicação, seja por publicidade ou boca a boca. As paginas empresarias nas redes sociais devem servir para criar um dialogo entre a empresa e seu publico e como as redes sociais são importantes ferramentas para fortalecer as ações de marketing, deve-se realizar promoções exclusivas neste canal, permitindo que os seguidores conheçam melhor a marca. Para tudo isso, é importante que as empresas possuam uma rotina de horário para a atualização das redes, mantendo os clientes cientes do que está sendo lançado no mercado, para que eles entejam em contato permanente com a sua marca.

Quando há sucesso nessa comunicação, sua empresa terá criado uma relação muito valiosa com seus clientes, que tange a amizade. Um grande engano achar que simplesmente ao se cadastrar em uma rede social choverão pessoas seguindo o seu perfil e, maior ilusão ainda, rios de dinheiro, portando, coloque-se no lugar de seu cliente: você acompanharia a sua empresa no Twitter ou Facebook? O que faria você seguir com interesse sua empresa em redes sociais?

O que interessa a você que também pode interessar a um potencial cliente? Por isso é importante sempre dar prioridade à qualidade da informação, à transparência na comunicação e estando sempre disponível, sua empresa se mostra preparada para as mídias sociais.

QUAL O REAL VALOR DA INFORMAÇÃO?

A NÍVEL ECONOMICO CONSIDERA-SE A INFORMAÇÃO COMO FUNDAMENTAL PARA O SUCESSO DA EMPRESA. INOVAÇÃO DE PRODUTOS, SOLUÇÃO DE PROBLEMAS , DESENVOLVIMENTO DE MERCADO, PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO.

O VALOR ATRIBUIDO PELA SOCIEDADE A RECURSOS INFORMAIS COMO: BIBLIOTECAS, PROFESSORES, MÉDICOS, ADVOGADOS, CIENTISTAS, ESPECIALISTAS EM COMPUTAÇÃO, INTELECTUAIS E ESCRITORES EM GERAL? CADA VEZ MAIS OS PROFISSIONAIS DO CONHECIMENTO SÃO OBRIGADOS A ATUAR COLETIVAMENTE, ATRAVÉS DE ASSOCIAÇÕES PROFISSIONAIS OU SINDICATOS A FIM DE FORÇAR O RECONHECIMENTO PÚBLICO DO VALOR QUE ELES ATRIBUEM A INFORMAÇÃO.

NO UNIVERSO EMPRESARIAL, QUAL E O VALOR REAL ATRIBUIDO AOS PROFISSIONAIS? EM PERÍODOS DE CONTENÇÃO DE DESPESAS, OS PRIMEIROS A SEREM DEMITIDOS SÃO OS PROFISSIONAIS DO CONHECIMENTO, OS PESQUISADORES, OS ANALISTAS, OS PLANEJADORES. RECONTRATÁ-LOS COMO CONSULTORES QUANDO FOR NECESSÁRIO, A UM CUSTO A SER DETERMINADO PELO MERCADO.

O VALOR ECONOMICO DE TAL INFORMAÇÃO, OU SEJA, O QUE O MERCADO DISPÕE-SE A PAGAR POR ELA, PODE APRIMORAR-SE DE ZERO: O CUSTO DE PRODUÇÃO DA INFORMAÇÃO NEM SEMPRE É UM INDICADOR EFETIVO DE SEU VALOR.

NO FUTURO Á QUESTÃO RESIDERÁ NA SOLUÇÃO DO SEGUINTE DILEMA: OU A SOCIEDADE PERSEVERÁ NA LUTA CONSTANTE PARA FORÇAR A INFORMAÇÃO A SE ADAPTAR A ECONOMIA CONVENCIONAL OU DESCOBRIR-SE Á UMA NOVA FORMA DE ECONOMIA QUE ESTEJA DE ACORDO COM AS CARACTERÍSTICAS DE OFERTA DA INFORMAÇÃO.
OS SERES HUMANOS CARACTERIZAM-SE POR QUEREREM CONHECER, EXPERIMENTAR E COMPREENDER E DEMANDA-SE MUITA INFORMAÇÃO.

A INFORMAÇÃO PODE SER ÚTIL PARA ÍNDIVIDUOS, INSTITUIÇÕES SOCIAIS E POLÍTICAS OU PARA EMPRESAS E CONTRIBUI PARA DECISÕES TOMADAS NO CONTEXTO DE INCERTEZAS FUTURAS.


JACIARA RODRIGUES OLIVEIRA – Aluna do 2º período do cursos de Administração Geral - FINAC.

TI COMO INSTRUMENTO PARA OBTER VANTAGEM

Na era da globalização, a informação é tratada como um bem valioso, todos os meios de comunicação se interagindo para que de alguma forma buscar o máximo de informações que se analisadas e trabalhadas podem se tornar a diferença entre o sucesso e fracasso. Podemos perceber hoje, num mercado totalmente turbulento, que as informações em conjunto com as estratégias a elas adaptadas e aprimoradas são fatores primordiais, fatores que diferenciam os métodos de decisão. Para que isso ocorra muitas empresas estão desenvolvendo softwares que permitam aos administradores uma melhor análise dos dados que influenciam a decisão. Podemos levar em consideração também a rapidez do mercado em analisar e checar determinados dados.

As informações e o conhecimento compõem recursos estratégicos essenciais para o sucesso de uma empresa, não devemos pensar em vantagem competitiva analisando resultados de exercícios passados, mas sim como manter e desenvolver vantagens competitivas no futuro. A TI transformou-se em elemento fundamental para qualquer organização como analisar a capacidade competitiva de uma organização, capacidade de obter a qualidade total do serviço prestado ao cliente, rapidez de reação da empresa, capacidade de evolução da empresa e capacidade de inovação da empresa.

Algumas das recomendações baseadas dentro de um contexto empresarial estão relacionados com alguns agentes de mudanças para obter organizações buscaram nessas últimas décadas um posicionamento no mercado para alavancar suas vendas e melhorar seus métodos produtivos, visando obter vantagem competitiva.

Logo, pensando dessa forma os administradores do futuro terão que estar preparados para além de manter o nível satisfatório de tecnologia de informação, inovar e gerar novos métodos. Com a chegada da globalização e a evolução dos meios de comunicação e a cada dia mais as empresas se adaptando ao novo mercado conhecido como Internet, aquelas empresas que estiverem fora desse mercado lógico, provavelmente deixará de atender determinada demanda, diminuindo sua participação no mercado, consequentemente haverá em decorrência desse contexto uma receita de vendas menor e que num futuro próximo poderá trazer a essa empresa muitos obstáculos que irão dificultar sua permanência no mercado.

Sabemos que as organizações enfrentam muitas barreiras e muitos concorrentes, mas se conseguirmos fazer com que a empresa que administrarmos no futuro se destacar pelo uso de tecnologia e pela capacidade de inovação e reação neste mercado, provavelmente esta empresa terá uma vantagem competitiva. Na verdade vantagem competitiva se dá no momento que adaptamos um sistema de informação ao ideal de uma organização.



Cláudio Casotti - Formando do curo de administração geral da FINAC. 2011/2.