quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Leilões Eletrônicos na Administração Pública

*Juliana Barreto Medeles

Os leilões eletrônicos possibilitam que compradores de todo o país possam participar, dentro de um ambiente abrangente e seguro, sem ter a necessidade de se deslocarem ao auditório de leilões presenciais. E para os vendedores um ambiente totalmente transparente e rastreável para a venda de seus ativos disponibilizados.

Devido ao grande sucesso do primeiro leilão realizado em 2007, a Prefeitura Municipal de Vitória tornou-se a pioneira em leilões eletrônicos da administração pública no Brasil.

Em virtude desses ótimos resultados, a PMV passou a ter ágio considerável na venda de seus ativos inservíveis, conseguiu resultado de vendas três vezes maior do que em leilão tradicional (presencial), transformou R$1 milhão de patrimônio em desuso em R$3 milhões em receita para a PMV, fazendo, ainda, com que suas despesas internas com a realização dessas vendas diminuíssem.

Além desses benefícios, essa inovadora forma de Gestão de Leilões trouxe para a administração pública total transparência acerca do processo de vendas, garantindo lisura e responsabilidade fiscal com as contas públicas, uma vez que todo o processo é registrado eletronicamente e oficialmente.

Com os leilões eletrônicos tem sido possível viabilizar todo o processo de venda de forma ágil e eficiente, trazendo recursos importantes para os cofres públicos para o reaparelhamento da administração pública, desde renovação de frotas de veículos, mobiliário, equipamentos de informática, carteiras escolares, entre outros.

Além do ganho financeiro e econômico, há o retorno ambiental, uma vez que impede que bens patrimoniais públicos sejam sucateados e tragam danos ao meio ambiente ao ficarem expostos em áreas e terrenos a céu aberto.

A ferramenta usada para Gestão de Leilões Públicos também trouxe um retorno social, uma vez que contribuiu para que escolas, hospitais, postos de saúde, praças públicas, serviços de saneamento e limpeza urbana, transporte urbano, guarda municipal, entre outros serviços e equipamentos públicos estejam sempre bem equipados e prestando o melhor serviço à sociedade.

Após o pioneirismo da PMV, várias outras prefeituras do Brasil vem seguindo este exemplo, no Estado do ES - Serra, Vila Velha, Cariacica, Cachoeiro de Itapemirim, Anchieta, Ibiraçu, Aracruz e João Neiva; RJ – Campos dos Goytacazes; PE – Recife; AM – Manaus; PR – Cascavel, Florestópolis e Tomazina; SC – Cunha Porã e São João do Oeste; dentre outras.

Estima-se que existam, hoje, cerca de R$ 12 bilhões em ativos inservíveis em todas as prefeituras municipais do Brasil, à espera de uma iniciativa das administrações públicas municipais em uma Gestão de Patrimônio Público eficiente e que possa, com transparência e organização, e um processo célere, transformar esse ativo inservível – que acaba sendo um passivo financeiro, social e ambiental enquanto está parado – em um ativo financeiro real, sendo mais uma importante fonte de recursos para investimentos e reaparelhamento da administração pública.


*Juliana Barreto Medeles é aluna do 8º Período do curso de Administração da Faculdade FINAC-ES 2011.

Como a Tecnologia da Informação pode levar a Micro Empresa ao sucesso?

A interação entre a estrutura organizacional e a Tecnologia da Informação ganha cada vez mais destaque no mundo dos negócios, uma vez que essa última trás mudanças radicais, capazes de modificar o modelo administrativo de uma empresa.

As Micro Empresas geralmente são administradas por famílias, onde o lucro torna-se satisfatório quando supre as necessidades básicas da mesma. Mas num mercado cada vez mais competitivo e exigente, onde quem não tem uma estrutura organizacional completa é “devorado” pelo poder, pela tecnologia e pela qualidade dos produtos oferecidos pelas grandes empresas. É preciso uma atitude ousada por parte dos administradores dessas ME, com o intuito de sobressair seus produtos ou serviços no mercado.

Um instrumento muito eficaz, capaz de levar as ME a alcançarem seus objetivos é a implantação da Tecnologia da Informação. Esse impacto tecnológico provoca mudanças no trabalho das pessoas, na produção dos grupos e dos setores, no design da própria organização e no desempenho da empresa. A produção será diretamente atingida, levando a resultados significativos e satisfatórios. Mas o sucesso dependerá da maneira como a tecnologia for aplicada e administrada.

O processo de implantação começa com o planejamento estratégico, onde serão definidas todas as etapas que farão parte do processo, tais como: reestruturação interna, envolvimento de toda a organização nos processos, capacitação de todos os empregados, início dos controles dos recursos da informação, automação dos processos manuais, controle e contabilidade dos gastos (matéria-prima, pessoas, estrutura física,...), qualidade do produto ou serviço, eficiência e rapidez na entrega, satisfação dos clientes, entre outros. Se tratando de uma ME, o treinamento deve ser prioridade, por terem pessoas envolvidas que não estão acostumadas a lidarem com a modernidade.

Assim que a TI for implantada, algumas atividades sofrerão modificações. A produção ganhará mais qualidade e eficiência devido à robótica, os computadores irão facilitar e auxiliar nas tarefas burocráticas (contas a pagar e a receber, faturamento). Além disso, disponibilizará o conhecimento de novas tecnologias. A comunicação agilizará e diminuirá a distância física, fazendo que a informação chegue a todos. Os proprietários ou administradores melhorarão sua gestão, pois poderão medir o desempenho e compará-lo com os planos, tomando as decisões cabíveis para manter-se no rumo desejado.

Uma ME que decide implantar um sistema da informação opta também por colher frutos, pois a TI traz muitas vantagens, quando o processo é bem utilizado, reduz o custo, porque agiliza a produção e garante maior segurança e confiabilidade. As pessoas passam a produzir mais em menos tempo, com menor desperdício. Melhora a qualidade dos produtos e serviços, consequentemente aumenta a fidelidade e a satisfação dos clientes, o que vem a gerar um retorno lucrativo de todo o investimento feito.

Portanto, vejo que a maior dificuldade das ME ao implantar um sistema da informação é a resistência por parte dos funcionários e dos proprietários mais antigos que se sentem ameaçados pelo fantasma do desemprego, onde temem serem substituídos por máquinas. Mas com muito diálogo e treinamento esses funcionários poderão ser grandes aliados no sucesso da ME.

Alexandra Gabriel Machado, é aluna do curso de administração geral da FINAC. 2011.

A IMPORTÂNCIA DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NA INSTITUIÇÃO DE SAÚDE PRIVADA

Devido à busca em construir inúmeras mudanças nas práticas Organizacionais, apresentando vários desafios dentre eles, encontra à Tecnologia da Informação nas Instituições hospitalares.
A importância se dá devido à nova exigência do cliente de saúde, que não busca somente médicos de renome no mercado, mas, busca e exige um tratamento com segurança e credibilidade por parte da Instituição e do corpo clínico. A TI é uma atividade que para ser realizada depende de toda uma estrutura que envolve vários setores.

Dessa forma, cresceu a preocupação das Instituições em oferecer produtos e serviços de qualidade. Com toda essa necessidade e crescimento no mercado das Instituições na saúde a TI é um fato que não pode ser evitado. Na área da saúde ele empenha um papel muito importante no auxilio ao atendimento do cliente interno e externo.

A TI na área da saúde atualmente é constituída principalmente pelos programas de Prontuário Eletrônico do paciente, sistemas de diagnósticos e outros. O conjunto de sistemas está extremamente avançado e acessível o que não impede sua obtenção para o uso médico. A aplicação na saúde ainda não é completa devido ao fato de alguns profissionais ainda estarem receosos e inseguros a esta nova tecnologia.

O sistema de informação em saúde é o conjunto organizado de partes que se mantêm em interação, na busca de vários objetivos, caracterizado pela influência que cada componente exerce sobre os demais, no sentido de gerar bons resultados.

O setor da saúde que é um tradicional usuário da tecnologia no sentido de aprimorar as técnicas de diagnósticos e solução dos problemas médicos, esta diante de uma grande novidade: antes a tecnologia apesar de aumentar a resolutividade , ou seja, resolver os casos médicos de forma mais efetiva, no atendimento aos pacientes, aumentava o custo do atendimento.

Agora o uso da tecnologia, principalmente no que se refere às possibilidades de parcerias e conseqüente redução de custos e transação tem permitido ganhos importantes em eficiência, gerindo a demanda dos pacientes de forma racional e responsável.

Finalmente a TI permite um pouco mais da complexidade que envolve as Organizações e as diferenças entre um modelo de negócio e o quanto a TI tem ampliado as possibilidades de modelos de negócios com mais rapidez e segurança. Tem permitido que os processos internos das Instituições sejam mais eficientes, como planejamento estratégico, faturamento, recursos humanos, auditoria, financeiros e outros setores que dependem de todo o sistema para otimizar os processos diários.


Lana Mara Almeida Lima Mendes: Faculdade Nacional – FINAC - Graduanda no Curso de Administração Geral de Empresas. Email: lmaralima@hotmail.com

INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL E PRODUTIVIDADE: O CASO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NA GESTÃO DA ÁREA DE SEGUROS

Segmento altamente concentrado – os 10 maiores grupos seguradores representando 80% do total de Prêmios Diretos(BRASIL INSURANCE, 2011) -, o mercado brasileiro de seguros é majoritariamente formado por seguros de automóveis e de saúde, que, juntos, representaram 60% do mercado em 2009.

Além de ser o maior mercado segurador da América Latina, o mercado brasileiro apresenta grandes perspectivas de expansão e diversificação. Em razão de sua economia estável e crescente, de sua expressiva população e do potencial de mercado (MOODY´S, 2006), o mercado brasileiro de seguros cresceu a taxas médias de 16% ao ano, nos últimos 5 anos (BRASIL INSURANCE, 2011).

Como não poderia deixar de ser, a tecnologia da informação tem representado papel fundamental nessa expansão, dando suporte ao relacionamento entre o corretor de seguros, as seguradoras e os segurados.

Entre o corretor de seguros de automóveis e as seguradoras, por exemplo, predominam os programas gerenciadores de cálculos e propostas de produto, disponibilizados gratuitamente pelas seguradoras para identificar o perfil de risco de cada segurado, bem comoapresentar o prêmio a ser pago pelo seguro em questão.

O corretor entra com dados do potencial segurado no programa, que, a partir de uma série de parâmetros definidos estatisticamente, calcula o risco individual do segurado e o prêmio que deverá ser pago. Dessa forma, modelos de carro mais roubados e bairros mais violentos geram maior risco, ao passo que a existência de garagem na residência e a inexistência de acidentes e multas diminuem o risco. Trata-se da inteligência artificial aplicada aos negócios.

Como cada seguradora possui seu próprio programa, banco de dados e parâmetros, o nível do risco e do prêmio de seguro é diferente entre as operadoras, embora possa se verificar certa coerência de magnitude entre elas: riscos altos em um programa também serão riscos altos nos demais.Já houve uma época em que não havia esse tipo detecnologia.

Os seguros precisavam ser calculados no “braço”, a partir dos parâmetros subjetivos de cada analista, baseado em sua restrita experiência individual. O surgimento das atuais tecnologias revolucionou esse mercado, lhe oferecendo maior segurança em suas decisões, baseadas, a partir de agora, em estatística. Hoje, produz-se, em poucos minutos, algo que, há apenas 15 anos, demoraria um dia inteiro; e isso tudo é feito com margem de erro infinitamente menor. O sonho de qualquer administrador.


*Rodrigo Bitencourt Bussular é aluno do 2º período de Administração na Faculdade Nacional – FINAC e corretor de seguros. E-mail: rodrigobbussular@hotmail.com

Uma Gestão Estratégica e Tecnológica

Entende-se bem que a sociedade em uma organização nos dias de hoje é essencial usar a tecnologia como base para crescimento. Fazer gestão é tomar decisão sobre alguma coisa, e inclui-se nessa gestão que a tecnologia é uma ferramenta de gestão.

Até pouco tempo atrás as tarefas executadas funcionavam de forma lenta as estratégias da organização. Com a formação de novos conceitos de gestão para alguns setores da economia, como equipamentos médicos, equipamentos de telefonia e comunicação e etc. Obrigou as empresas a se adequarem às grandes mudanças sociais e tecnológicas.

Com tecnologias competitivas direcionadas para produtos e processos específicos de um setor organizacional, tomam-se assim decisões rápidas e mais confiáveis para o desenvolvimento da organização, como exemplo o setor de bens de capital, pois é o fornecedor de equipamentos para o processo de produção de empresas de vários setores da economia, ou seja, é a base tecnológica para outras indústrias tornando-se assim importante para os processos de outras empresas, sendo muitas vezes definidor de parâmetros de competitividade.

Hoje em dia o ambiente empresarial está mudando continuamente, tornando-se mais complexo e menos previsível, a tecnologia está gerando grandes transformações que estão ocorrendo a nossa volta de forma ágil e sutil. A tecnologia não é apenas vista em forma de computadores e máquinas precisas dentro de uma empresa, um exemplo claro é uma forte mudança tecnológica na empresa de perfume “água de cheiro”, através de uma recente pesquisa deparei- me com um comentário instigante de um dos diretores da organização “as pessoas não precisam gerar informação, pois a sua geração é automática, precisam sim saber usar a informação, caso a empresa não tenha tempo nem recursos para investir em treinamento, torna-se necessário fazer uma reciclagem de quadro” este exemplo clarifica bem como este novo cenário esta afetando interesses, valores e rotinas, gerando estimulo, desemprego e exigindo aperfeiçoamento continuo dando retornos expressivos, provocando mudanças que uma boa gestão tecnológica também pode oferecer dentro de uma grande empresa.

Enfim, a tecnologia de gestão está identificando a cadeia de valor, em que cada um de seus pontos transforma a maneira como as atividades são executadas e a natureza que interligam entre elas, sempre oferecendo a competitividade e reformulando como os produtos e serviços são atendidos na sociedade. Nesse contexto a tecnologia da informação passou a ser vista como oportunidade de negócio transformando-se em um valioso recurso estratégico.


Thamara Ribeiro Santos - aluna do curso de administração da FINAC. 2011

MSN no trabalho prejudicial ou vantajoso?

Atualmente o avanço da tecnologia tem favorecido a comunicação dentro das empresas. Um exemplo de comunicação muito utilizado é o MSN (Microsoft Service Network, criado pela Microsoft).

É uma tecnologia de ponta que vem facilitar a interação entre pessoas em diferentes localidades, proporcionando assim um menor custo para a empresa, como a economia do telefone. Apesar dessas vantagens e facilidades, existem instituições que optam por não utilizá-lo, pois pode trazer a diminuição na produção e rendimento, devido o colaborador ficar focado em responder o que lhe foi perguntado, e na maioria das vezes acontece á junção do pessoal com o profissional, onde o mesmo não utiliza o MSN só para o trabalho, mas também para assuntos pessoais, pois é preciso ter uma solução de comunicação apenas interna ou entre filiais, sem abrir para comunicação com a Internet, caso contrário a perda de foco é certa.

Os colaboradores precisam ter a consciência que o uso corporativo do MSN tem foco no trabalho e serve para aumentar a eficiência do time, a utilização para assuntos complexos, decisões que precisem de muitas informações ou para discutir um assunto com muitas pessoas devem ser evitados. O recurso é excelente para conversas breves, decisões rápidas ou “enquetes” ao vivo.

Entrando na área de vendas o uso dessa tecnologia pode deixar os vendedores em contato direto com os clientes, facilitando as vendas. Outros setores também podem ter melhoras significativas, como o de logística, quando um responsável pode saber a hora exata que um produto deixou o fornecedor sem ter que ligar de 15 em 15 minutos.

Por fim, o maior ganho é mesmo na comunicação interna, colaboradores de salas diferentes podem manter constante contato, melhorando assim o fluxo de informações e com isso diminuindo os erros por falhas de comunicação. Dentro de uma instituição, podemos incluir outros recursos tecnológicos formais, como o uso do email, que também não terá custo algum.

Essa tecnologia chamada MSN é uma séria fonte de distração, por isso a adoção ou proibição da ferramenta depende de inúmeros fatores, como o tipo da empresa, o seu perfil ou de seus colaboradores e em grande parte da sua capacidade de focar sem se distrair.

Portanto MSN no trabalho não é prejudicial, mas traz suas desvantagens onde precisam ser trabalhadas com seus colaboradores antes de ser liberado o seu uso.


Danielli D. De Araujo - Curso de Administração Faculdade Nacional - Finac, 8° período Professor

SEGURANÇA DE REDE, INVESTIR PARA PREVENIR

A segurança da informação possui influência cada vez maior no sucesso dos negócios, pois em uma sociedade cada vez mais conectada, onde as informações se tornam obsoletas a medida de que a rede tem sido carregada com uma rapidez incrível, temos de atentar para a segurança que nos é disposta para que possamos garantir integridade, confiabilidade e acima de tudo sigilo.

Para podermos aplicar a melhor estratégia de defesa, é preciso conhecer os principais riscos e ataques realizados por hackers, crackers e lamers,além de entender os principais conceitos de segurança e tecnologias, mecanismos e protocolos disponíveis para a proteção e com isso é necessário investimento.

Temos com certeza feedback a medida em que novas reavaliações são feitas em nossas redes, as mudanças com uma conduta tem de ser sempre colocada a mesa , pois não se trata de simplesmente atualizar o sistema mas sim de investir em novas e inovadoras tecnologias.

Para isso procurarmos sem demagogia nem total desprezo pelos profissionais, que estão cada dia mais em empenhados em se qualificarem para atender a um mercado em ascensão total. Adotar uma política de segurança não é algo optativo para uma empresa e seus usuários; é algo mais que necessário, se quisermos manter nosso patrimônio digital ou físico em completa segurança.

Numa pesquisa que ouviu 1.300 empresas em 11 países (Brasil inclusive), a turma do Kaspersky Lab revelou que cerca de 30% delas acreditam ser alvo de ataques de criminosos digitais.
Os sistemas das redes são com certeza como labirinto, com desafios para essas pessoas, que de uma maneira corriqueira e com uma destreza incrível vem quebrando regras, paradigmas e surpreendendo a muitos, com invasões por puro prazer de demonstração de capacidade surpreendente.

Há de se atentar para os vários mecanismos que pode nos blindar dos invasores que são; criptografia, assinatura digital, hashing, protocolos e muitos outros. Vemos que as grandes empresas têm cada vez mais procuradas, modernização e com isso garantir o mais alto nível de confiabilidade de seus clientes, pois quem não gosta de ter a garantia de que seus dados são protegidos.

Com certeza a tecnologia da informação vem favorecendo as organizações para que essas possam estar sempre interligadas trocando informações importantes a segurança de seus negócios, pois é certo afirmar que “ladrão não entra em casa que tem vizinhos atentos”.

Por isso tenhamos em mente que Investir é uma escolha de poucos, mas com certeza dos empreendedores com visão nos ganhos futuros. “Invista, insista, pois a conquista é sua meta”.


*Elizabeth S. Monteiro – Aluna curso ADM FINAC. 2011